Um dia, na época em que eu ralei o joelho, eu disse pra ele que eu sempre ficaria pertinho.
Cumpro a promessa 'por honra e gosto'. Porque me faz bem e porque me diverte.
E hoje, mesmo sem ele gostar nem querer, eu vou dar um abraço apertado muito bem dado e uns 218 beijinhos estalados naquela bochecha que pinica. Vou falar que gosto muito e que, apesar das minhas previsões sobre o futuro da nossa amizade, ele vai estar sempre nos meus pensamentos mais doces e nas minhas orações, no dia em que eu aprender a rezar.
FELIZ ANIVERSÁRIO!
Você tá velho pra c***!!!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Todo mundo espera alguma coisa...
Todo mundo tinha saído. Até meus pais estavam de faniquito.
Liguei minha música predileta do dia. Comi no sofá ao lado do som, pra curtir muito as duas coisas.
Tomei um banho longo. Passei todos os cremes que eu comprei em momentos de peruagem e nunca mais me lembrei deles. Nem sabia que eu tinha um creme para as unhas...
Escovei meu cabelo 100 vezes. Depois passei o negócio que a cabelereira manda passar todo dia (é bem capaz...).
Arrumei a cama como se ela fosse o melhor lugar do mundo. Escolhi o pijama como quem vai prum baile.
Fui dormir às 9 e meia da noite.
Sábado à noite tudo pode mudar, já dizia o outro.
Liguei minha música predileta do dia. Comi no sofá ao lado do som, pra curtir muito as duas coisas.
Tomei um banho longo. Passei todos os cremes que eu comprei em momentos de peruagem e nunca mais me lembrei deles. Nem sabia que eu tinha um creme para as unhas...
Escovei meu cabelo 100 vezes. Depois passei o negócio que a cabelereira manda passar todo dia (é bem capaz...).
Arrumei a cama como se ela fosse o melhor lugar do mundo. Escolhi o pijama como quem vai prum baile.
Fui dormir às 9 e meia da noite.
Sábado à noite tudo pode mudar, já dizia o outro.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sobre eles.
Um dia, um aluno me disse que eu parecia uma pessoa sem sonhos. Me achei uma fracassada das piores. Viver sem sonhos é realmente o pior jeito possível.
Aí, um dia, conversando com minha guru dos olhos de esmeralda, me lembrei de vários.
Não sou uma fracassada. Só tenho metas desordenadas.
Quero:
1) Morar em Nova Lima. Numa casa pequena com janelas gigantes, em um lote grande, cheio de cachorros (evidentemente).
2) Ter um New Betle amarelo com teto solar e bancos de couro. E uma gérbera perto do painel, igual à propaganda.
3) Fazer mestrado em Desenvolvimento Econômico na Unicamp, e desenvolver um método de pesquisa capaz de avaliar a associação entre cultura, espaço e meio ambiente de forma prática, pra formular políticas ou intervenções.
4) Morar fora mais uma vez. Num país que ainda nao sei, mas num apartamento pequeno com uma vista fabulosa.
5) Trabalhar numa ONG foda (usando o que aprendi no mestrado). Conhecer mil lugares com ela, e mudar a vida de comunidades brasileiras no interior.
6) Terminar o Espanhol, aí, estudar Alemão e Holandês. Depois Italiano, se ainda tiver tempo.
7) Abrir um bistrô pequeno, com a melhor comida e bebida do mundo, e as paredes vazias, pros amigos artistas exibirem seus trabalhos. Ser garçonete eu mesma, e conhecer meus clientes habituais por nome e gostos.
8) Ter um (ou mais) marido bacana pra eu mimar, cuidar e amar muito. Até cansar ou a morte separar.
9) Ter uma filha chamada Clara, de olhos grandes e amarelos. Geniosa e irritadiça, igual à mãe.
10) Ser uma velhinha estilosa, dessas que fala bobagens e ensina os netos a viver na boa.
11) Morrer dormindo, sem doenças graves, mas sem matar todo mundo de susto. Gostaria de receber uma espécie de aviso prévio, pra ir me despedindo e dando meus recados.
Adendos virão.
Aí, um dia, conversando com minha guru dos olhos de esmeralda, me lembrei de vários.
Não sou uma fracassada. Só tenho metas desordenadas.
Quero:
1) Morar em Nova Lima. Numa casa pequena com janelas gigantes, em um lote grande, cheio de cachorros (evidentemente).
2) Ter um New Betle amarelo com teto solar e bancos de couro. E uma gérbera perto do painel, igual à propaganda.
3) Fazer mestrado em Desenvolvimento Econômico na Unicamp, e desenvolver um método de pesquisa capaz de avaliar a associação entre cultura, espaço e meio ambiente de forma prática, pra formular políticas ou intervenções.
4) Morar fora mais uma vez. Num país que ainda nao sei, mas num apartamento pequeno com uma vista fabulosa.
5) Trabalhar numa ONG foda (usando o que aprendi no mestrado). Conhecer mil lugares com ela, e mudar a vida de comunidades brasileiras no interior.
6) Terminar o Espanhol, aí, estudar Alemão e Holandês. Depois Italiano, se ainda tiver tempo.
7) Abrir um bistrô pequeno, com a melhor comida e bebida do mundo, e as paredes vazias, pros amigos artistas exibirem seus trabalhos. Ser garçonete eu mesma, e conhecer meus clientes habituais por nome e gostos.
8) Ter um (ou mais) marido bacana pra eu mimar, cuidar e amar muito. Até cansar ou a morte separar.
9) Ter uma filha chamada Clara, de olhos grandes e amarelos. Geniosa e irritadiça, igual à mãe.
10) Ser uma velhinha estilosa, dessas que fala bobagens e ensina os netos a viver na boa.
11) Morrer dormindo, sem doenças graves, mas sem matar todo mundo de susto. Gostaria de receber uma espécie de aviso prévio, pra ir me despedindo e dando meus recados.
Adendos virão.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Sobre envelhecer
Há muito tempo eu não o via.
Nem sabia o tamanho da minha saudade.
A gente era estilo "onde a vaca vai, o boi vai atrás" na faculdade. Praticamente uma associação criminosa. Acabou o curso, trabalhamos em coisas totalmente diferentes. Ele é empresário e tá quase se casando. Eu sou professora, quase engolindo o mundo.
Me convidou por telefone. Ligou só pra isso. Nada pra contar. "Domingo lá em casa, hein? Chamei a galera da faculdade".
Cheguei. Não conhecia ninguém.
Sentei numa cadeira qualquer, numa mesa de pessoas aparentemente simpáticas.
Ele tava sem tempo. Era aniversário. Tinha que dar atenção pra todo mundo.
Fiquei pensando se deveria ter ido...
Ele se sentou do meu lado, me deu um abraço apertado, um beijo estalado no rosto.
"Gente, essa é a Marcela. Minha melhor amiga no mundo."
Aí, descobri porque tinha ido.
Fiquei até o final, como era pra ser, sempre.
Tocou "No Rain" do Blind Melon. A gente cantou um pro outro, como de costume.
Antes de eu ir embora, demos um abraço do tipo "até amanhã".
Mesmo que amanhã seja sóóóóó...
Nem sabia o tamanho da minha saudade.
A gente era estilo "onde a vaca vai, o boi vai atrás" na faculdade. Praticamente uma associação criminosa. Acabou o curso, trabalhamos em coisas totalmente diferentes. Ele é empresário e tá quase se casando. Eu sou professora, quase engolindo o mundo.
Me convidou por telefone. Ligou só pra isso. Nada pra contar. "Domingo lá em casa, hein? Chamei a galera da faculdade".
Cheguei. Não conhecia ninguém.
Sentei numa cadeira qualquer, numa mesa de pessoas aparentemente simpáticas.
Ele tava sem tempo. Era aniversário. Tinha que dar atenção pra todo mundo.
Fiquei pensando se deveria ter ido...
Ele se sentou do meu lado, me deu um abraço apertado, um beijo estalado no rosto.
"Gente, essa é a Marcela. Minha melhor amiga no mundo."
Aí, descobri porque tinha ido.
Fiquei até o final, como era pra ser, sempre.
Tocou "No Rain" do Blind Melon. A gente cantou um pro outro, como de costume.
Antes de eu ir embora, demos um abraço do tipo "até amanhã".
Mesmo que amanhã seja sóóóóó...
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Show do intervalo
Ando sem ter o que contar, esses dias...
Ou sem tempo de escrever o que eu deveria contar...
Vou voltar, vocês vão ver.
Ou sem tempo de escrever o que eu deveria contar...
Vou voltar, vocês vão ver.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Pra gostar de ler
Queridos e queridas,
aqui vão dicas ótimas de blog pra quem se interessa pelas ditaduras latino-americanas, cinema e gente:
Valsa do Suplício
Leitura Resistência
Cinema Esquema
Um beijo e um queijo (hoje, canastra, bem salgadinho, do jeito que eu gosto).
aqui vão dicas ótimas de blog pra quem se interessa pelas ditaduras latino-americanas, cinema e gente:
Valsa do Suplício
Leitura Resistência
Cinema Esquema
Um beijo e um queijo (hoje, canastra, bem salgadinho, do jeito que eu gosto).
Sábado no Santa Tereza...
O sujeito chega andando pra trás. Tropeça.
'Ó, a única maneira de encontrar o buraco é com o pé, né?'
Sim... Melhor mantê-los no chão sempre.
'Ó, a única maneira de encontrar o buraco é com o pé, né?'
Sim... Melhor mantê-los no chão sempre.
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